segunda-feira, 1 de agosto de 2011

noite.



Deitada na cama, sinto o meu corpo balançar como uma onda, mesmo não se mexendo no sitio. Ainda sinto os meus pés enterrados na areia, ainda sinto o mar a vir contra mim, ainda me sinto a mergulhar como se o mar brilhasse para mim, como se tudo fosse claro como o céu daquela tarde de repente me começar a afogar, deixar de sentir as pernas. Ainda me lembro de perder o ar por minutos, de deixar de respirar por segundos, de perder os sentidos de um momento para o outro, enrolada nas ondas e de ver toda a gente á minha volta quando o coração quando me saltava fora do peito (...) Ainda me lembro de fazer força para que as lágrimas não me correçem pela cara quando tudo o que mais uma vez me perccorria a cabeçam era lembranças, no entando confusas, coisas sem nexo. Mas sentia silêncio e era bom pela primeira vez poder ovuir os meus próprios pensamentos. Ainda não percebo, não percebo porque voltei ao mar segundos depois, correndo o risco de aconteçer tudo de novo (...) não sei porque escrevi aquele nome na areia e o mar não o apagou, há tanto que não sei, há tanto que não quero perceber. Tenho tantas perguntas a fazer, alguém consegue dar-me respostas ? 

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